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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|2 Reis 13:1|
I Judas konge Joas', Akasjas sønns tre og tyvende år blev Joakas, Jehus sønn, konge over Israel i Samaria, og han regjerte i sytten år.
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2
|2 Reis 13:2|
Han gjorde hvad ondt var i Herrens øine, og fulgte Jeroboam, Nebats sønn, i hans synder, som han hadde fått Israel til å gjøre; dem vek han ikke fra.
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3
|2 Reis 13:3|
Da optendtes Herrens vrede mot Israel, og han gav dem i den syriske konge Hasaels og hans sønn Benhadads hånd hele tiden.
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4
|2 Reis 13:4|
Men Joakas bønnfalt Herren, og Herren hørte ham, fordi han så Israels trengsel; for syrernes konge trengte dem.
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5
|2 Reis 13:5|
Og Herren gav Israel en frelser, så de slapp ut av syrernes herredømme, og Israels barn bodde i sine hjem som før.
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6
|2 Reis 13:6|
Allikevel vek de ikke fra Jeroboams huses synder, som han hadde fått Israel til å gjøre; i dem vandret de; ja, endog Astarte-billedet blev stående i Samaria.
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7
|2 Reis 13:7|
[Herren bønnhørte Joakas] for han hadde ikke levnet Joakas flere folk enn femti hestfolk og ti vogner og ti tusen fotfolk; for kongen i Syria hadde ødelagt dem og tresket dem til støv.
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8
|2 Reis 13:8|
Hvad som ellers er å fortelle om Joakas, om alt det han gjorde, og om hans store gjerninger, det er opskrevet i Israels kongers krønike.
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9
|2 Reis 13:9|
Og Joakas la sig til hvile hos sine fedre, og han blev begravet i Samaria; og hans sønn Joas blev konge i hans sted.
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10
|2 Reis 13:10|
I Judas konge Joas' syv og trettiende år blev Joakas' sønn Joas konge over Israel i Samaria, og han regjerte i seksten år.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva