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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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11
|Malaquias 1:11|
Från solens uppgång ända till dess nedgång är ju mitt namn stort bland folken, och överallt frambäras rökoffer och rena offergåvor åt mitt namn; ja, mitt namn är stort bland folken, säger HERREN Sebaot.
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12
|Malaquias 1:12|
Men I ohelgen det, i det att I sägen: »Herrens bord kan man gärna försumma, och den spis, som gives därtill, behöver man icke mycket akta.»
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13
|Malaquias 1:13|
Ja, I sägen: »Icke är det mödan värt!», och så handhaven I det vanvördigt, säger HERREN Sebaot. När I alltså frambären eder offergåva, då fören I fram, vad som är rövat och vad som är lytt och svagt. Skulle jag hava behag till sådana gåvor av eder hand? säger HERREN.
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14
|Malaquias 1:14|
Nej, förbannad vare den bedragare, som i sin hjord har ett djur av hankön, men ändå, när han har gjort ett löfte, offrar åt Herren ett djur, som icke duger. Ty jag är en stor konung, säger HERREN Sebaot, och mitt namn är fruktansvärt bland folken.
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1
|Malaquias 2:1|
Därför kommer nu följande bud till eder, I präster.
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2
|Malaquias 2:2|
Om I icke hörsammen det och akten därpå, så att I given mitt namn ära, säger HERREN Sebaot, så skall jag sända förbannelse över eder och förbanna edra välsignelser; ja, jag har redan förbannat dem, eftersom I icke akten därpå.
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3
|Malaquias 2:3|
Se, jag skall låta min näpst drabba eder avkomma, och jag skall kasta orenlighet i ansiktet på eder, orenligheten efter edra högtidsoffer; ja, I skolen själva bliva kastade i denna.
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4
|Malaquias 2:4|
Då skolen I förstå, att jag har sänt till eder detta bud, för att mitt förbund med Levi skall bestå, säger HERREN Sebaot.
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5
|Malaquias 2:5|
Jag hade ett förbund med honom, och däri var liv och frid. Sådant gav jag åt honom, för att han skulle frukta mig; och han fruktade mig och bävade för mitt namn.
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6
|Malaquias 2:6|
Rätt undervisning var i hans mun, och ingen orätt fanns på hans läppar; fridsamt och redligt vandrade han i min umgängelse och omvände många från missgärning.
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Sugestões

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18 de julho LAB 565
COMO ENTENDER ECLESIASTES?
Eclesiastes 01-04
Hoje, quero apresentar uma explicação de James W. Zackrison (CPB, LES, jan-mar 2007, 2) sobre como entendermos o livro de Eclesiastes.
Esse teólogo explica que, ao contrário de outros livros da Bíblia, que frequentemente começam com uma forte afirmação sobre Deus, Eclesiastes começa com um grito sobre a falta de sentido para a vida. “Vaidade de vaidades, tudo é vaidade”. Essa introdução se parece mais com os modernos escritores seculares que com um profeta de Yahweh. Não obstante, como cristãos, cremos que Eclesiastes foi colocado no cânon das Escrituras porque Deus tem nele uma mensagem para nós.
Muitos estudiosos afirmam que o autor não foi o rei Salomão. Mas mantemos a posição de que Salomão foi o escritor fundamentados na tradição cristã e judaica e nas evidências internas do livro. Ao nos dedicarmos ao estudo deste livro, alguns simples princípios de interpretação nos serão de muita ajuda.
Para começar, Salomão estava escrevendo no fim de uma vida cheia de amargura e ira contra si mesmo por sua apostasia. O que é singular nesse livro é que, em alguns lugares, Salomão escreveu sob a perspectiva de alguém alienado de Deus. Como alguns autores modernos, ele nos dá pensamentos que saem diretamente de sua cabeça. Vemos o mundo como aparece através desses olhos.
Essas porções de Eclesiastes que mencionam a experiência e o raciocínio dos anos de apostasia [de Salomão] não devem ser considerados como se representassem a mente e a vontade do Espírito. Não obstante, são um registro inspirado do que ele realmente pensava e fazia naquele tempo, e esse registro constitui uma grave advertência contra o tipo errado de pensamento e ação. Passagens como essas não devem ser tiradas de seu contexto e usadas para ensinar alguma suposta verdade que a Inspiração nunca pretendeu que ensinassem.
Finalmente, é esta a mensagem desse livro: Deus nos mostra como a vida é cruel e vazia quando Ele não está presente. E esse é o livro que começaremos a ler hoje: Eclesiastes, capítulos 1-4, onde o autor inicia, melancolicamente, tecendo um texto reflexivo de que, para ele, nada tem sentido, chegando a dizer que nem os prazeres, nem a própria sabedoria têm sentido. O sabor dessa melancolia é tão grande que Salomão chega a comparar a sabedoria com a insensatez. Para ele, até mesmo o trabalho árduo é inútil. Ele não poupa o leitor de conhecer as injustiças e os absurdos da vida. “Bem vindos ao mundo real”, seria o slogan.
Mas como de qualquer caos é possível sacar um proveito, o capítulo três nos ensina a sabermos aproveitar bem o nosso tempo.
Eu também digo: lendo a Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva