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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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21
|Números 13:21|
och hurudant själva landet är, om det är fett eller magert, om träd finnas där eller icke. Varen vid gott mod, och tagen med eder hit av landets frukt.» Det var nämligen vid den tid då de första druvorna voro mogna
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22
|Números 13:22|
Så drogo de åstad och bespejade landet från öknen Sin ända till Rehob, där vägen går till Hamat.
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23
|Números 13:23|
De drogo upp till Sydlandet och kommo till Hebron; där bodde Ahiman, Sesai och Talmai, Anaks avkomlingar. Men Hebron byggdes sju år före Soan i Egypten.
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24
|Números 13:24|
Och de kommo till Druvdalen; där skuro de av en kvist med en ensam druvklase på, och denna bars sedan på en stång av två man. Därtill togo de granatäpplen och fikon.
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25
|Números 13:25|
Detta ställe blev kallat Druvdalen för den druvklases skull som Israels barn där skuro av.
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26
|Números 13:26|
Och efter fyrtio dagar vände de tillbaka, sedan de hade bespejat landet.
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27
|Números 13:27|
De gingo åstad och kommo till Mose och Aron och Israels barns hela menighet i öknen Paran, i Kades, och avgåvo sin berättelse inför dem och hela menigheten och visade dem landets frukt.
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28
|Números 13:28|
De förtäljde för honom och sade: »Vi kommo till det land dit du sände oss. Och det flyter i sanning av mjölk och honung, och här är dess frukt.
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29
|Números 13:29|
Men folket som bor i landet är starkt, och städerna äro välbefästa och mycket stora; ja, vi sågo där också avkomlingar av Anak.
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30
|Números 13:30|
Amalekiterna bo i Sydlandet, hetiterna, jebuséerna och amoréerna bo i Bergsbygden, och kananéerna bo vid havet och utmed Jordan.»
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva