-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Suomen Raamattuopisto (1776) -
-
33
|Marcos 4:33|
Ja sen muotoisilla monilla vertauksilla puhui hän heille sanan, sen perästä kuin he voivat kuulla.
-
34
|Marcos 4:34|
Mutta ei hän ilman vertausta mitään heille puhunut, vaan selitti kaikki opetuslapsillensa erinänsä.
-
35
|Marcos 4:35|
Ja hän sanoi heille sinä päivänä, kuin ehtoo tuli: menkäämme ylitse.
-
36
|Marcos 4:36|
Ja he laskivat kansan, ja ottivat hänen, kuin hän oli haahdessa; oli myös muita venheitä hänen kanssansa.
-
37
|Marcos 4:37|
Ja suuri tuulispää nousi ja aallot löivät sisälle haahteen, niin että se jo täytettiin.
-
38
|Marcos 4:38|
Ja hän oli perällä ja makasi päänalaisen päällä. Ja he herättivät hänen ja sanoivat hänelle: Mestari, etkös sitä tottele, että me hukumme?
-
39
|Marcos 4:39|
Ja kuin hän herätettiin, nuhteli hän tuulta ja sanoi merelle: vaikene, ole ääneti. Niin tuuli asettui ja tuli juuri tyveneksi.
-
40
|Marcos 4:40|
Ja hän sanoi heille: mitä te niin pelkurit olette? Kuinka ei teillä ole uskoa?
-
41
|Marcos 4:41|
Ja he peljästyivät sangen suuresti ja sanoivat keskenänsä: kuka tämä on? sillä tuuli ja meri ovat hänelle kuuliaiset.
-
1
|Marcos 5:1|
Ja he tulivat ylitse meren Gadaralaisten maakuntaan.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva