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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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1
|Marcos 15:1|
Ja kohta aamulla varhain pitivät ylimmäiset papit neuvoa vanhimpain ja kirjanoppineitten kanssa ja kaikki raati, ja veivät pois Jesuksen sidottuna ja antoivat ylön Pilatukselle.
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2
|Marcos 15:2|
Ja Pilatus kysyi häneltä: oletkos sinä Juudalaisten kuningas? Hän vastasi ja sanoi hänelle: sinäpä sen sanot.
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3
|Marcos 15:3|
Ja ylimmäiset papit kantoivat hänen päällensä paljon.
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4
|Marcos 15:4|
Niin Pilatus kysyi taas häneltä ja sanoi: etkös mitään vastaa? Katso, kuinka paljon he sinua vastaan todistavat.
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5
|Marcos 15:5|
Mutta ei Jesus sitte ensinkään vastannut, niin että Pilatus ihmetteli.
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6
|Marcos 15:6|
Mutta juhlana päästi hän heille yhden vangin irralle, kenenkä he anoivat.
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7
|Marcos 15:7|
Niin oli yksi nimeltä Barabbas, joka oli sidottu kapinan nostajitten kanssa, jotka kapinassa murhan tehneet olivat.
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8
|Marcos 15:8|
Ja kansa huusi ja rupesi häntä rukoilemaan, että hän tekis niinkuin hän aina heille tehnyt oli.
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9
|Marcos 15:9|
Niin Pilatus vastasi heitä, sanoen: tahdotteko, että minä päästän teille Juudalaisten kuninkaan?
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10
|Marcos 15:10|
(Sillä hän tiesi, että ylimmäiset papit olivat hänen kateudesta antaneet ylön.)
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva