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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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42
|Marcos 5:42|
Ja kohta piika nousi ja kävi; sillä hän oli kahdentoistakymmenen ajastaikainen. Ja he hämmästyivät suurella hämmästyksellä.
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43
|Marcos 5:43|
Ja hän haasti heitä kovin, ettei kenkään sitä saisi tietää, ja hän käski antaa hänelle syötävää.
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1
|Marcos 6:1|
Ja hän läksi sieltä ja meni isänsä maalle, ja hänen opetuslapsensa seurasivat häntä.
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2
|Marcos 6:2|
Ja kuin sabbati tuli, rupesi hän synagogassa opettamaan; ja monta, jotka kuulivat, hämmästyivät, sanoen: kusta tällä nämät ovat? ja mikä viisaus hänelle annettu on, että myös senkaltaiset väkevät työt hänen kättensä kautta tapahtuvat?
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3
|Marcos 6:3|
Eikö tämä ole se seppä, Marian poika, Jakobin ja Joseen ja Juudaan ja Simonin veli? eikö myös hänen sisarensa ole tässä meidän kanssamme? ja he pahenivat hänessä.
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4
|Marcos 6:4|
Mutta Jesus sanoi heille: ei propheta muualla ole katsottu ylön kuin isänsä maalla ja lankoinsa seassa ja kotonansa.
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5
|Marcos 6:5|
Ja ei hän voinut siellä yhtään väkevää työtä tehdä, vaan ainoastaan pani kätensä harvain sairasten päälle ja paransi heitä;
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6
|Marcos 6:6|
Ja ihmetteli heidän epäuskoansa. Ja hän vaelsi ympäri kyliä, opettain ympäristöllä,
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7
|Marcos 6:7|
Ja kutsui ne kaksitoistakymmentä, ja rupesi niitä kaksin ja kaksin lähettämään, ja antoi heille voiman saastaisia henkiä vastaan.
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8
|Marcos 6:8|
Ja kielsi heitä mitään ottamasta tielle, mutta ainoasti sauvan, ei evässäkkiä, ei leipää, ei rahaa kukkaroon;
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva