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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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29
|Marcos 13:29|
Niin myös te, kuin te nämät näette tapahtuvan, niin tietäkäät, että se on läsnä oven edessä.
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30
|Marcos 13:30|
Totisesti sanon minä teille: ei suinkaan tämän sukukunnan pidä hukkuman ennen kuin kaikki nämät tapahtuvat.
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31
|Marcos 13:31|
Taivas ja maa pitää hukkuman; mutta minun sanani ei pidä suinkaan hukkuman.
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32
|Marcos 13:32|
Mutta siitä päivästä ja hetkestä ei tiedä kenkään, ei enkelitkään, jotka ovat taivaassa, ei Poikakaan, vaan Isä.
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33
|Marcos 13:33|
Kavahtakaat, valvokaat ja rukoilkaat, sillä ette tiedä, koska se aika tulee.
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34
|Marcos 13:34|
Niinkuin ihminen, joka muille maille vaelsi, jätti huoneensa ja antoi palveliainsa haltuun, ja kullekin hänen askareensa, ja käski ovenvartiain valvoa;
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35
|Marcos 13:35|
Niin valvokaat siis: (sillä ette tiedä, koska huoneen Herra tuleva on, ehtoona, taikka puoliyönä, eli kukon laulaissa, eli aamulla:)
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36
|Marcos 13:36|
Ettei hän äkisti tullessansa löytäisi teitä makaamasta.
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37
|Marcos 13:37|
Mutta mitä minä teille sanoin, sen minä kaikille sanon: valvokaat!
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1
|Marcos 14:1|
Niin oli kahden päivän perästä pääsiäinen ja makianleivän päivät. Ja ylimmäiset papit ja kirjanoppineet etsivät, kuinka he kavaluudella hänen kiinniottaisivat ja tappaisivat.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva