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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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3
|Lucas 24:3|
And when they had entered they found not the body of the Lord Jesus.
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4
|Lucas 24:4|
And it came to pass as they were in perplexity about it, that behold, two men suddenly stood by them in shining raiment.
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5
|Lucas 24:5|
And as they were filled with fear and bowed their faces to the ground, they said to them, Why seek ye the living one among the dead?
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6
|Lucas 24:6|
He is not here, but is risen: remember how he spoke to you, being yet in Galilee,
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7
|Lucas 24:7|
saying, The Son of man must be delivered up into the hands of sinners, and be crucified, and rise the third day.
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8
|Lucas 24:8|
And they remembered his words;
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9
|Lucas 24:9|
and, returning from the sepulchre, related all these things to the eleven and to all the rest.
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10
|Lucas 24:10|
Now it was Mary of Magdala, and Johanna, and Mary the [mother] of James, and the others with them, who told these things to the apostles.
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11
|Lucas 24:11|
And their words appeared in their eyes as an idle tale, and they disbelieved them.
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12
|Lucas 24:12|
But Peter, rising up, ran to the sepulchre, and stooping down he sees the linen clothes lying there alone, and went away home, wondering at what had happened.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva