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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Lucas 12:1|
In those [times], the myriads of the crowd being gathered together, so that they trod one on another, he began to say to his disciples first, Beware of the leaven of the Pharisees, which is hypocrisy;
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2
|Lucas 12:2|
but there is nothing covered up which shall not be revealed, nor secret that shall not be known;
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3
|Lucas 12:3|
therefore whatever ye have said in the darkness shall be heard in the light, and what ye have spoken in the ear in chambers shall be proclaimed upon the housetops.
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4
|Lucas 12:4|
But I say to you, my friends, Fear not those who kill the body and after this have no more that they can do.
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5
|Lucas 12:5|
But I will shew you whom ye shall fear: Fear him who after he has killed has authority to cast into hell; yea, I say to you, Fear *him*.
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6
|Lucas 12:6|
Are not five sparrows sold for two assaria? and one of them is not forgotten before God.
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7
|Lucas 12:7|
But even the hairs of your head are all numbered. Fear not therefore, ye are better than many sparrows.
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8
|Lucas 12:8|
But I say to you, Whosoever shall confess me before men, the Son of man will confess him also before the angels of God;
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9
|Lucas 12:9|
but he that shall have denied me before men shall be denied before the angels of God;
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10
|Lucas 12:10|
and whoever shall say a word against the Son of man it shall be forgiven him; but to him that speaks injuriously against the Holy Spirit it shall not be forgiven.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva