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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Lucas 8:1|
And it came to pass afterwards that *he* went through [the country] city by city, and village by village, preaching and announcing the glad tidings of the kingdom of God; and the twelve [were] with him,
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2
|Lucas 8:2|
and certain women who had been healed of wicked spirits and infirmities, Mary who was called Magdalene, from whom seven demons had gone out,
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3
|Lucas 8:3|
and Joanna, wife of Chuza, Herod's steward, and Susanna, and many others, who ministered to him of their substance.
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4
|Lucas 8:4|
And a great crowd coming together, and those who were coming to him out of each city, he spoke by parable:
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5
|Lucas 8:5|
The sower went out to sow his seed; and as he sowed, some fell along the way, and it was trodden under foot, and the birds of the heaven devoured it up;
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6
|Lucas 8:6|
and other fell upon the rock, and having sprung up, it was dried up because it had not moisture;
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7
|Lucas 8:7|
and other fell in the midst of the thorns, and the thorns having sprung up with [it] choked it;
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8
|Lucas 8:8|
and other fell into the good ground, and having sprung up bore fruit a hundredfold. As he said these things he cried, He that has ears to hear, let him hear.
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9
|Lucas 8:9|
And his disciples asked him [saying], What may this parable be?
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10
|Lucas 8:10|
And he said, To you it is given to know the mysteries of the kingdom of God, but to the rest in parables, in order that seeing they may not see, and hearing they may not understand.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva