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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Lucas 20:1|
And it came to pass on one of the days, as he was teaching the people in the temple, and announcing the glad tidings, the chief priests and the scribes with the elders came up,
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2
|Lucas 20:2|
and spoke to him saying, Tell us by what authority thou doest these things, or who is it who has given thee this authority?
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3
|Lucas 20:3|
And he answering said to them, *I* also will ask you [one] thing, and tell me:
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4
|Lucas 20:4|
The baptism of John, was it of heaven or of men?
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5
|Lucas 20:5|
And they reasoned among themselves, saying, If we should say, Of heaven, he will say, Why have ye not believed him?
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6
|Lucas 20:6|
but if we should say, Of men, the whole people will stone us, for they are persuaded that John was a prophet.
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7
|Lucas 20:7|
And they answered, they did not know whence.
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8
|Lucas 20:8|
And Jesus said to them, Neither do *I* tell you by what authority I do these things.
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9
|Lucas 20:9|
And he began to speak to the people this parable: A man planted a vineyard and let it out to husbandmen, and left the country for a long time.
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10
|Lucas 20:10|
And in the season he sent to the husbandmen a bondman, that they might give to him of the fruit of the vineyard; but the husbandmen, having beaten him, sent [him] away empty.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva