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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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39
|Lucas 8:39|
Return to thine house and relate how great things God has done for thee. And he went away through the whole city, publishing how great things Jesus had done for him.
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40
|Lucas 8:40|
And it came to pass when Jesus returned, the crowd received him gladly, for they were all expecting him.
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41
|Lucas 8:41|
And behold, a man came, whose name was Jairus, and he was [a] ruler of the synagogue, and falling at the feet of Jesus besought him to come to his house,
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42
|Lucas 8:42|
because he had an only daughter, about twelve years old, and she was dying. And as he went the crowds thronged him.
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43
|Lucas 8:43|
And a woman who had a flux of blood since twelve years, who, having spent all her living on physicians, could not be cured by any one,
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44
|Lucas 8:44|
coming up behind, touched the hem of his garment, and immediately her flux of blood stopped.
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45
|Lucas 8:45|
And Jesus said, Who has touched me? But all denying, Peter and those with him said, Master, the crowds close thee in and press upon thee, and sayest thou, Who has touched me?
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46
|Lucas 8:46|
And Jesus said, Some one has touched me, for *I* have known that power has gone out from me.
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47
|Lucas 8:47|
And the woman, seeing that she was not hid, came trembling, and falling down before him declared before all the people for what cause she had touched him, and how she was immediately healed.
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48
|Lucas 8:48|
And he said to her, [Be of good courage,] daughter; thy faith has healed thee; go in peace.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva