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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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53
|Lucas 9:53|
And they did not receive him, because his face was [turned as] going to Jerusalem.
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54
|Lucas 9:54|
And his disciples James and John seeing [it] said, Lord, wilt thou that we speak [that] fire come down from heaven and consume them, as also Elias did?
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55
|Lucas 9:55|
But turning he rebuked them [and said, Ye know not of what spirit ye are].
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56
|Lucas 9:56|
And they went to another village.
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57
|Lucas 9:57|
And it came to pass as they went in the way, one said to him, I will follow thee wheresoever thou goest, Lord.
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58
|Lucas 9:58|
And Jesus said to him, The foxes have holes and the birds of the heaven roosting-places, but the Son of man has not where he may lay his head.
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59
|Lucas 9:59|
And he said to another, Follow me. But he said, Lord, allow me to go first and bury my father.
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60
|Lucas 9:60|
But Jesus said to him, Suffer the dead to bury their own dead, but do *thou* go and announce the kingdom of God.
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61
|Lucas 9:61|
And another also said, I will follow thee, Lord, but first allow me to bid adieu to those at my house.
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62
|Lucas 9:62|
But Jesus said to him, No one having laid his hand on [the] plough and looking back is fit for the kingdom of God.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva