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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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31
|Lucas 10:31|
And a certain priest happened to go down that way, and seeing him, passed on on the opposite side;
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32
|Lucas 10:32|
and in like manner also a Levite, being at the spot, came and looked [at him] and passed on on the opposite side.
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33
|Lucas 10:33|
But a certain Samaritan journeying came to him, and seeing [him], was moved with compassion,
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34
|Lucas 10:34|
and came up [to him] and bound up his wounds, pouring in oil and wine; and having put him on his own beast, took him to [the] inn and took care of him.
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35
|Lucas 10:35|
And on the morrow [as he left], taking out two denarii he gave them to the innkeeper, and said to him, Take care of him, and whatsoever thou shalt expend more, *I* will render to thee on my coming back.
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36
|Lucas 10:36|
Which [now] of these three seems to thee to have been neighbour of him who fell into [the hands of] the robbers?
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37
|Lucas 10:37|
And he said, He that shewed him mercy. And Jesus said to him, Go, and do *thou* likewise.
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38
|Lucas 10:38|
And it came to pass as they went that *he* entered into a certain village; and a certain woman, Martha by name, received him into her house.
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39
|Lucas 10:39|
And she had a sister called Mary, who also, having sat down at the feet of Jesus was listening to his word.
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40
|Lucas 10:40|
Now Martha was distracted with much serving, and coming up she said, Lord, dost thou not care that my sister has left me to serve alone? Speak to her therefore that she may help me.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva