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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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15
|Lucas 20:15|
And having cast him forth out of the vineyard, they killed [him]. What therefore shall the lord of the vineyard do to them?
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16
|Lucas 20:16|
He will come and destroy those husbandmen, and will give the vineyard to others. And when they heard it they said, May it never be!
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17
|Lucas 20:17|
But he looking at them said, What then is this that is written, The stone which they that builded rejected, this has become the corner-stone?
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18
|Lucas 20:18|
Every one falling on this stone shall be broken, but on whomsoever it shall fall, it shall grind him to powder.
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19
|Lucas 20:19|
And the chief priests and the scribes sought the same hour to lay hands on him, and they feared the people; for they knew that he had spoken this parable of them.
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20
|Lucas 20:20|
And having watched [him], they sent out suborned persons, pretending to be just men, that they might take hold of him in [his] language, so that they might deliver him up to the power and authority of the governor.
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21
|Lucas 20:21|
And they asked him saying, Teacher, we know that thou sayest and teachest rightly, and acceptest no [man's] person, but teachest with truth the way of God:
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22
|Lucas 20:22|
Is it lawful for us to give tribute to Caesar, or not?
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23
|Lucas 20:23|
But perceiving their deceit he said to them, Why do ye tempt me?
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24
|Lucas 20:24|
Shew me a denarius. Whose image and superscription has it? And answering they said, Caesar's.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva