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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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18
|Provérbios 25:18|
A maul, and a sword, and a sharp arrow, is a man that beareth false witness against his neighbour.
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19
|Provérbios 25:19|
A broken tooth, and a tottering foot, is confidence in an unfaithful [man] in the day of trouble.
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20
|Provérbios 25:20|
[As] he that taketh off a garment in cold weather, [and as] vinegar upon nitre, so is he that singeth songs to a sad heart.
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21
|Provérbios 25:21|
If thine enemy be hungry, give him bread to eat; and if he be thirsty, give him water to drink:
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22
|Provérbios 25:22|
for thou shalt heap coals of fire upon his head, and Jehovah shall reward thee.
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23
|Provérbios 25:23|
The north wind bringeth forth rain, and the angry countenance a backbiting tongue.
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24
|Provérbios 25:24|
It is better to dwell in a corner of the housetop, than with a contentious woman, and a house in common.
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25
|Provérbios 25:25|
[As] cold waters to a thirsty soul, so is good news from a far country.
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26
|Provérbios 25:26|
A troubled fountain, and a defiled well, is a righteous [man] that giveth way before the wicked.
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27
|Provérbios 25:27|
It is not good to eat much honey; and to search into weighty matters is [itself] a weight.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva