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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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1
|2 Crônicas 11:1|
En toe Rehábeam in Jerusalem kom, het hy die huis van Juda en Benjamin, honderd en tagtig duisend krygshaftige jongmanne, byeen laat kom om teen Israel oorlog te voer, om die koningskap vir Rehábeam terug te win.
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2
|2 Crônicas 11:2|
Maar die woord van die HERE het tot Semája, die man van God, gekom en gesê:
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3
|2 Crônicas 11:3|
Spreek met Rehábeam, die seun van Salomo, die koning van Juda, en met die hele Israel in Juda en in Benjamin, en sê:
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4
|2 Crônicas 11:4|
So spreek die HERE: Julle mag nie optrek en teen julle broers oorlog voer nie; julle moet omdraai, elkeen na sy huis, want van My het hierdie saak gekom. Hulle het toe geluister na die woorde van die HERE en omgedraai sonder om teen Jeróbeam op te trek.
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5
|2 Crônicas 11:5|
En Rehábeam het in Jerusalem gewoon en stede as vestings opgebou in Juda.
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6
|2 Crônicas 11:6|
Hy het naamlik Betlehem opgebou, en Etam en Tekóa;
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7
|2 Crônicas 11:7|
en Bet-Sur en Sogo en Adúllam;
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8
|2 Crônicas 11:8|
en Gat en Marésa en Sif;
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9
|2 Crônicas 11:9|
en Adoráim en Lagis en Aséka;
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10
|2 Crônicas 11:10|
en Sorea en Ajalon en Hebron, versterkte stede in Juda en in Benjamin.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva