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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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|Marcos 7:11|
Maar julle sê: As 'n mens aan vader of moeder sê: Enige voordeel wat u van my mag geniet, is korban, dit is 'n offergawe--
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12
|Marcos 7:12|
dan laat julle hom nie meer toe om iets vir sy vader of sy moeder te doen nie.
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13
|Marcos 7:13|
So maak julle dan die woord van God kragteloos deur julle oorlewering wat julle bewaar het; en dergelike dinge van dieselfde aard doen julle baie.
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14
|Marcos 7:14|
En Hy het die hele skare na Hom geroep en vir hulle gesê: Luister almal na My en verstaan.
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15
|Marcos 7:15|
Daar is niks wat van buite af in die mens ingaan wat hom onrein kan maak nie; maar die dinge wat van hom uitgaan, dít is die dinge wat die mens onrein maak.
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|Marcos 7:16|
As iemand ore het om te hoor, laat hom hoor!
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17
|Marcos 7:17|
En toe Hy van die skare af in 'n huis gekom het, vra sy dissipels Hom oor die gelykenis.
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18
|Marcos 7:18|
En Hy sê vir hulle: Is julle ook so sonder verstand? Begryp julle nie dat alles wat van buite af in die mens ingaan, hom nie onrein kan maak nie,
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19
|Marcos 7:19|
omdat dit nie ingaan in sy hart nie, maar in die maag, en dit gaan in die heimlikheid uit en maak al die voedsel rein?
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20
|Marcos 7:20|
En Hy sê: Wat uit die mens uitgaan, dit maak die mens onrein.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva