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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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1
|Mateus 22:1|
En Jesus het weer deur gelykenisse met hulle begin spreek en gesê:
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2
|Mateus 22:2|
Die koninkryk van die hemele is soos 'n koning wat 'n bruilof vir sy seun berei het
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3
|Mateus 22:3|
en sy diensknegte uitgestuur het om die genooides na die bruilof te roep, en hulle wou nie kom nie.
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4
|Mateus 22:4|
Weer het hy ander diensknegte uitgestuur met die boodskap: Sê vir die genooides: Kyk, my maaltyd het ek berei, my beeste en vetgemaakte vee is geslag en alles is gereed. Kom na die bruilof.
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5
|Mateus 22:5|
Maar hulle het hul daaraan nie gesteur nie en weggegaan, een na sy eie stuk land en 'n ander na sy handelsaak.
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6
|Mateus 22:6|
En die origes het sy diensknegte gegryp en mishandel en doodgemaak.
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7
|Mateus 22:7|
Toe die koning dit hoor, het hy kwaad geword en sy manskappe gestuur en daardie moordenaars omgebring en hulle stad aan die brand gesteek.
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8
|Mateus 22:8|
Daarop sê hy vir sy diensknegte: Die bruilof is wel gereed, maar die genooides was dit nie werd nie.
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9
|Mateus 22:9|
Gaan dan op die kruispaaie en nooi almal wat julle mag vind, na die bruilof.
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10
|Mateus 22:10|
En daardie diensknegte het uitgegaan op die paaie en almal versamel wat hulle gevind het, slegtes sowel as goeies, en die bruilofsaal het vol gaste geword.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva