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Afrikaans (1953) -
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6
|Naum 2:6|
Die poorte van die riviere word oopgemaak, en die paleis smelt weg.
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7
|Naum 2:7|
En dit is beslis: die stad word ontbloot, sy word weggevoer, en haar slavinne klae soos die stem van duiwe en slaan op hulle bors.
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8
|Naum 2:8|
En Ninevé is soos 'n vywer van waters, al die dae van haar bestaan. Maar hulle loop weg! Staan tog, staan! Maar daar is niemand wat omdraai nie.
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9
|Naum 2:9|
Roof silwer, roof goud! En onuitputlik is die voorraad, 'n rykdom van allerhande kosbare dinge!
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10
|Naum 2:10|
Leegheid, ontlediging, vernieling! En die hart versmelt, en knieë wankel, en in al die lendene is krampe, en die aangesig van hulle almal word bleek.
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11
|Naum 2:11|
Waar is die lêplek van die leeus, wat die voedingsplek was van die jong leeus? Waar die leeu, die leeuin, die klein leeutjie rondgeloop het sonder dat iemand hulle skrikmaak?
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12
|Naum 2:12|
Die leeu wat vir sy kleintjies geroof en vir sy leeuinne gewurg het, wat sy gate met roof gevul het en sy lêplekke met buit.
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13
|Naum 2:13|
Kyk, Ek het dit teen jou, spreek die HERE van die leërskare, en Ek laat jou strydwaens in rook opgaan; en die swaard sal jou jong leeus verslind, en Ek sal jou roof van die aarde verdelg; en die stem van jou gesante sal nie meer gehoor word nie.
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1
|Naum 3:1|
Wee die bloedstad wat louter bedrog, vol geweld is, terwyl rowery nie ophou nie!
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2
|Naum 3:2|
Hoor, die sweep! En hoor, die gedreun van wiele! En perde wat jaag, en waens wat stamp!
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva