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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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11
|Provérbios 15:11|
Die doderyk en die plek van vertering lê oop voor die HERE, hoeveel te meer die harte van die mensekinders!
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12
|Provérbios 15:12|
Die spotter hou nie daarvan dat 'n mens hom bestraf nie, hy gaan nie na die wyse toe nie.
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13
|Provérbios 15:13|
'n Vrolike hart maak die aangesig bly, maar by verdriet van die hart is die gees neerslagtig.
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14
|Provérbios 15:14|
Die hart van die verstandige soek na kennis, maar die mond van die dwase gaan met sotheid om.
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15
|Provérbios 15:15|
Al die dae van die bedrukte is sleg, maar die vrolike van hart het gedurigdeur fees.
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16
|Provérbios 15:16|
Liewer 'n bietjie in die vrees van die HERE, as 'n groot skat en onrus daarby.
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17
|Provérbios 15:17|
Liewer 'n porsie groente waar liefde by is, as 'n vetgevoerde bees en haat daarby.
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18
|Provérbios 15:18|
'n Driftige man verwek twis, maar die lankmoedige laat die geskil bedaar.
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19
|Provérbios 15:19|
Die weg van die luiaard is soos 'n heining van dorings, maar die pad van die opregtes is reggemaak.
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20
|Provérbios 15:20|
'n Wyse seun verbly sy vader, maar 'n dwase mens verag sy moeder.
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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva