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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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1
|Provérbios 27:1|
Beroem jou nie op die dag van môre nie, want jy weet nie wat die dag sal bring nie.
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2
|Provérbios 27:2|
Laat 'n ander jou prys en nie jou eie mond nie; 'n vreemde, en nie jou eie lippe nie.
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3
|Provérbios 27:3|
Swaar is 'n klip, en die sand het gewig; maar die ergernis oor 'n sot is swaarder as altwee.
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4
|Provérbios 27:4|
Woede is wreed, en toorn kook oor; maar wie kan voor jaloersheid standhou?
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5
|Provérbios 27:5|
Openlike teregwysing is beter as verborge liefde.
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6
|Provérbios 27:6|
Die wonde deur een wat liefhet, is opreg bedoel, maar die soene deur 'n vyand is oorvloedig.
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7
|Provérbios 27:7|
'n Versadigde siel vertrap die heuningstroop, maar vir 'n hongerige siel is alles wat bitter is, soet.
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8
|Provérbios 27:8|
Soos 'n voël wat ver van sy nes af rondvlieg, so is 'n man wat ver van sy tuisplek af rondswerwe.
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9
|Provérbios 27:9|
Olie en reukwerk verbly die hart, net so die aangenaamheid van 'n vriend vanweë welgemeende raad.
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10
|Provérbios 27:10|
Moenie jou vriend en die vriend van jou vader verlaat nie, en kom nie in die huis van jou broer op die dag van jou teëspoed nie. 'n Buurman wat naby is, is beter as 'n broer wat ver is.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva