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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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|Provérbios 29:11|
'n Dwaas laat al sy toorn uitvaar, maar 'n wyse bring dit eindelik tot bedaring.
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12
|Provérbios 29:12|
'n Heerser wat luister na 'n leuenagtige woord, sy dienaars is almal goddeloos.
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13
|Provérbios 29:13|
Die arme en die man wat verdruk, ontmoet mekaar, die HERE verlig altwee se oë.
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14
|Provérbios 29:14|
'n Koning wat getrou aan die armes reg verskaf, sy troon sal vir altyd bevestig wees.
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15
|Provérbios 29:15|
Die roede en die bestraffing gee wysheid; maar 'n seun wat aan homself oorgelaat word, steek sy moeder in die skande.
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16
|Provérbios 29:16|
As die goddelose vermeerder, vermeerder die oortreding; maar die regverdiges aanskou met welgevalle hulle ondergang.
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17
|Provérbios 29:17|
Tugtig jou seun, dan sal hy jou rus gee en aan jou siel vreugde verskaf.
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18
|Provérbios 29:18|
As daar geen openbaring is nie, word die volk bandeloos; maar hy wat die wet onderhou, gelukkig is hy.
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19
|Provérbios 29:19|
Met woorde laat 'n slaaf hom nie waarsku nie; want hy verstaan dit wel, maar hy steur hom daar nie aan nie.
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20
|Provérbios 29:20|
Het jy 'n man gesien wat haastig is in sy woorde? Vir 'n dwaas is daar meer hoop as vir hom.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva