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Afrikaans (1953) -
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|Tiago 2:11|
Want Hy wat gesê het: Jy mag nie egbreek nie, het ook gesê: Jy mag nie doodslaan nie. As jy nou nie egbreek nie, maar doodslaan, het jy 'n oortreder van die wet geword.
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|Tiago 2:12|
Julle moet so spreek en so doen soos diegene wat deur die wet van vryheid geoordeel sal word.
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|Tiago 2:13|
Want die oordeel sal onbarmhartig wees oor die wat geen barmhartigheid bewys het nie; en die barmhartigheid roem teen die oordeel.
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|Tiago 2:14|
Wat baat dit, my broeders, as iemand sê dat hy die geloof het, maar hy het nie die werke nie? Dié geloof kan hom tog nie red nie?
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|Tiago 2:15|
As daar nou 'n broeder of suster naak is en aan die daaglikse voedsel gebrek het,
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|Tiago 2:16|
en een uit julle sou vir hulle sê: Gaan heen in vrede, word warm, word versadig, maar julle gee hulle nie wat vir die liggaam nodig is nie--wat baat dit?
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|Tiago 2:17|
Net so is ook die geloof, as dit geen werke het nie, in sigself dood.
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|Tiago 2:18|
Maar iemand sal sê: Jy het die geloof en ek die werke. Toon my jou geloof uit jou werke, en ek sal jou uit my werke my geloof toon.
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|Tiago 2:19|
Jy glo dat God één is. Jy doen goed; die duiwels glo dit ook, en hulle sidder.
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|Tiago 2:20|
Maar wil jy weet, o nietige mens, dat die geloof sonder die werke dood is?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva