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Afrikaans (1953) -
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|Tito 2:1|
Maar spreek jy wat by die gesonde leer pas.
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|Tito 2:2|
Die ou manne moet nugter wees, waardig, ingetoë, gesond in die geloof, in die liefde, in die lydsaamheid.
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3
|Tito 2:3|
Die ou vroue moet ook in hulle gedrag wees soos dit die heiliges betaam, geen kwaadspreeksters of aan baie wyn verslaaf nie, maar leraresse van wat goed is,
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4
|Tito 2:4|
sodat hulle die jong vroue kan leer om versigtig te wees, hulle mans en kinders lief te hê,
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5
|Tito 2:5|
ingetoë te wees, kuis, huislik, goed, aan hul eie mans onderdanig, sodat die woord van God nie belaster word nie.
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6
|Tito 2:6|
Vermaan die jong manne net so om ingetoë te wees.
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7
|Tito 2:7|
Betoon jou in alles 'n voorbeeld van goeie werke, met onvervalstheid in die leer, waardigheid, opregtheid.
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8
|Tito 2:8|
Laat die woord gesond en onweerspreeklik wees, sodat die teëstanders beskaam kan word en niks slegs kan hê om van julle te sê nie.
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9
|Tito 2:9|
Die diensknegte moet onderdanig wees aan hul eie here, hulle in alles behaag en nie teëpraat nie;
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|Tito 2:10|
hulle moet niks ontvreemd nie, maar alle goeie trou betoon, sodat hulle die leer van God, ons Verlosser, in alles kan versier.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva