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Afrikaans (1953) -
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|Tito 1:11|
hulle mond moet gestop word. Hulle keer hele huise onderstebo deur te leer wat nie betaam nie, ter wille van vuil wins.
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|Tito 1:12|
Een uit hulle, hul eie profeet, het gesê: Die Kretense is altyd leuenaars, ongediertes, lui buike.
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|Tito 1:13|
Hierdie getuienis is waar. Daarom moet jy hulle skerp bestraf, sodat hulle gesond in die geloof kan wees,
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|Tito 1:14|
en hulle nie besig hou met Joodse fabels en gebooie van mense wat van die waarheid afwyk nie.
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|Tito 1:15|
Alle dinge is rein vir die reines; vir die besoedeldes en ongelowiges egter is niks rein nie, maar hulle verstand sowel as hulle gewete is besoedel.
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|Tito 1:16|
Hulle bely dat hulle God ken, maar hulle verloën Hom deur die werke, omdat hulle gruwelik en ongehoorsaam is en ongeskik vir elke goeie werk.
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|Tito 2:1|
Maar spreek jy wat by die gesonde leer pas.
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|Tito 2:2|
Die ou manne moet nugter wees, waardig, ingetoë, gesond in die geloof, in die liefde, in die lydsaamheid.
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|Tito 2:3|
Die ou vroue moet ook in hulle gedrag wees soos dit die heiliges betaam, geen kwaadspreeksters of aan baie wyn verslaaf nie, maar leraresse van wat goed is,
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4
|Tito 2:4|
sodat hulle die jong vroue kan leer om versigtig te wees, hulle mans en kinders lief te hê,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva