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American Standard Version (1901) -
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1
|Cantares 6:1|
Whither is thy beloved gone, O thou fairest among women? Whither hath thy beloved turned him, That we may seek him with thee?
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2
|Cantares 6:2|
My beloved is gone down to his garden, To the beds of spices, To feed in the gardens, and to gather lilies.
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3
|Cantares 6:3|
I am my beloved's, and my beloved is mine; He feedeth [his flock] among the lilies,
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4
|Cantares 6:4|
Thou art fair, O my love, as Tirzah, Comely as Jerusalem, Terrible as an army with banners.
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5
|Cantares 6:5|
Turn away thine eyes from me, For they have overcome me. Thy hair is as a flock of goats, That lie along the side of Gilead.
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6
|Cantares 6:6|
Thy teeth are like a flock of ewes, Which are come up from the washing; Whereof every one hath twins, And none is bereaved among them.
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7
|Cantares 6:7|
Thy temples are like a piece of a pomegranate Behind thy veil.
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8
|Cantares 6:8|
There are threescore queens, and fourscore concubines, And virgins without number.
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9
|Cantares 6:9|
My dove, my undefiled, is [but] one; She is the only one of her mother; She is the choice one of her that bare her. The daughters saw her, and called her blessed; [Yea], the queens and the concubines, and they praised her.
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10
|Cantares 6:10|
Who is she that looketh forth as the morning, Fair as the moon, Clear as the sun, Terrible as an army with banners?
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva