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American Standard Version (1901) -
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1
|Cantares 8:1|
Oh that thou wert as my brother, That sucked the breasts of my mother! [When] I should find thee without, I would kiss thee; Yea, and none would despise me.
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2
|Cantares 8:2|
I would lead thee, [and] bring thee into my mother's house, Who would instruct me; I would cause thee to drink of spiced wine, Of the juice of my pomegranate.
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3
|Cantares 8:3|
His left hand [should be] under my head, And his right hand should embrace me.
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4
|Cantares 8:4|
I adjure you, O daughters of Jerusalem, That ye stir not up, nor awake [my] love, Until he please.
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5
|Cantares 8:5|
Who is this that cometh up from the wilderness, Leaning upon her beloved? Under the apple-tree I awakened thee: There thy mother was in travail with thee, There was she in travail that brought thee forth.
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6
|Cantares 8:6|
Set me as a seal upon thy heart, As a seal upon thine arm: For love is strong as death; Jealousy is cruel as Sheol; The flashes thereof are flashes of fire, A very flame of Jehovah.
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7
|Cantares 8:7|
Many waters cannot quench love, Neither can floods drown it: If a man would give all the substance of his house for love, He would utterly be contemned.
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8
|Cantares 8:8|
We have a little sister, And she hath no breasts: What shall we do for our sister In the day when she shall be spoken for?
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9
|Cantares 8:9|
If she be a wall, We will build upon her a turret of silver: And if she be a door, We will inclose her with boards of cedar.
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10
|Cantares 8:10|
I am a wall, and my breasts like the towers [thereof] Then was I in his eyes as one that found peace.
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva