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American Standard Version (1901) -
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|Efésios 1:11|
in whom also we were made a heritage, having been foreordained according to the purpose of him who worketh all things after the counsel of his will;
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12
|Efésios 1:12|
to the end that we should be unto the praise of his glory, we who had before hoped in Christ:
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|Efésios 1:13|
in whom ye also, having heard the word of the truth, the gospel of your salvation,-- in whom, having also believed, ye were sealed with the Holy Spirit of promise,
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|Efésios 1:14|
which is an earnest of our inheritance, unto the redemption of [God's] own possession, unto the praise of his glory.
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15
|Efésios 1:15|
For this cause I also, having heard of the faith in the Lord Jesus which is among you, and the love which [ye show] toward all the saints,
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16
|Efésios 1:16|
cease not to give thanks for you, making mention [of you] in my prayers;
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|Efésios 1:17|
that the God of our Lord Jesus Christ, the Father of glory, may give unto you a spirit of wisdom and revelation in the knowledge of him;
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|Efésios 1:18|
having the eyes of your heart enlightened, that ye may know what is the hope of his calling, what the riches of the glory of his inheritance in the saints,
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|Efésios 1:19|
and what the exceeding greatness of his power to us-ward who believe, according to that working of the strength of his might
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20
|Efésios 1:20|
which he wrought in Christ, when he raised him from the dead, and made him to sit at his right hand in the heavenly [places],
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva