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American Standard Version (1901) -
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6
|Efésios 3:6|
[to wit], that the Gentiles are fellow-heirs, and fellow-members of the body, and fellow-partakers of the promise in Christ Jesus through the gospel,
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7
|Efésios 3:7|
whereof I was made a minister, according to the gift of that grace of God which was given me according to the working of his power.
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8
|Efésios 3:8|
Unto me, who am less than the least of all saints, was this grace given, to preach unto the Gentiles the unsearchable riches of Christ;
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9
|Efésios 3:9|
and to make all men see what is the dispensation of the mystery which for ages hath been hid in God who created all things;
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10
|Efésios 3:10|
to the intent that now unto the principalities and the powers in the heavenly [places] might be made known through the church the manifold wisdom of God,
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11
|Efésios 3:11|
according to the eternal purpose which he purposed in Christ Jesus our Lord:
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12
|Efésios 3:12|
in whom we have boldness and access in confidence through our faith in him.
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13
|Efésios 3:13|
Wherefore I ask that ye may not faint at my tribulations for you, which are your glory.
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14
|Efésios 3:14|
For this cause I bow my knees unto the Father,
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15
|Efésios 3:15|
from whom every family in heaven and on earth is named,
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Sugestões

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27 de novembro LAB 697
O ARREPENDIMENTO SEM REMORSO É CURATIVO
2Coríntios 05-07
Você já sentiu remorso? E arrependimento? Pensa que trata-se da mesma coisa? Não. A leitura bíblica de hoje fala de uma tristeza boa, que é a “tristeza segundo Deus”. Segundo a Bíblia, o bom desta tristeza é o fato de ela trazer o arrependimento, e não o remorso. O arrependimento é sadio. O remorso é venenoso.
Para que você entenda um pouco mais sobre as conseqüências do remorso, compartilho aqui uma história que encontrei no site “Nosso Pão Diário”. Conta-se que uma das personagens mais intrigantes de William Shakespeare é Lady MacBeth. Segundo o conto fictício do grande dramaturgo, euando esta senhora ouviu uma profecia que dizia que o seu marido se tornaria rei, ela o convenceu a assassinar o monarca então vigente.
Quando o ato sangrento foi levado a cabo, Macbeth ficou de consciência pesada. A esposa censurou a sua irritabilidade e ajudou-o a encobrir o crime.
O marido foi coroado rei. Mas isso não foi o fim da história. A resolução inicial de Lady transformou-se em remorso. Ela tornou-se mentalmente instável e não conseguia parar de lavar as mãos.
“Será que estas mãos nunca estarão limpas?”, perguntava ela. E a sua culpa acabou por levá-la ao suicídio. Grande coisa: uma “operação mãos limpas”! Isso lembra Pilatos, o camarada que sofreu de sentimento antecipado de culpa. Tanto o arrependimento quanto o remorso lidam com sentimento de culpa. O primeiro redime, o segundo destrói. O primeiro é um profundo senso moral que se entristece com o que é imoral. O segundo é simplesmente o medo das conseqüências dos atos maus. O primeiro é a vergonha na cara, o brio. O segundo é o orgulho em não pagar vexa, a auto-proteção egoística. A culpa é uma emoção que nos verga sempre que atravessamos uma fronteira moral.
Todos nós somos capazes de nos sentirmos culpados, quando violamos a lei de Deus escrita nos nossos corações (Leia Romanos 2:14-15). Uns lidam com a culpa como Pedro lidou, e dela se livram, ficando curados. Outros preferem agir como Judas, sendo assassinados pela própria culpa. E qual é a saída? Se confessarmos os nossos pecados, Jesus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça (1João 1:9). Esta é uma oportunidade que todos têm.
“Pois todos nós devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba de acordo com as obras praticadas por meio do corpo, quer sejam boas, quer sejam más (1Coríntios 5:10)”. Mas se você estiver com Jesus, não há o que temer (1João 2:1), porque “se alguém está em Cristo, é nova criação (1Coríntios 5:17)”.
Valdeci Júnior
Fátima Silva