-
-
American Standard Version (1901) -
-
1
|Ester 1:1|
Now it came to pass in the days of Ahasuerus (this is Ahasuerus who reigned from India even unto Ethiopia, over a hundred and seven and twenty provinces),
-
2
|Ester 1:2|
that in those days, when the king Ahasuerus sat on the throne of his kingdom, which was in Shushan the palace,
-
3
|Ester 1:3|
in the third year of his reign, he made a feast unto all his princes and his servants; the power of Persia and Media, the nobles and princes of the provinces, being before him;
-
4
|Ester 1:4|
when he showed the riches of his glorious kingdom and the honor of his excellent majesty many days, even a hundred and fourscore days.
-
5
|Ester 1:5|
And when these days were fulfilled, the king made a feast unto all the people that were present in Shushan the palace, both great and small, seven days, in the court of the garden of the king's palace.
-
6
|Ester 1:6|
[There were hangings of] white [cloth], [of] green, and [of] blue, fastened with cords of fine linen and purple to silver rings and pillars of marble: the couches were of gold and silver, upon a pavement of red, and white, and yellow, and black marble.
-
7
|Ester 1:7|
And they gave them drink in vessels of gold (the vessels being diverse one from another), and royal wine in abundance, according to the bounty of the king.
-
8
|Ester 1:8|
And the drinking was according to the law; none could compel: for so the king had appointed to all the officers of his house, that they should do according to every man's pleasure.
-
9
|Ester 1:9|
Also Vashti the queen made a feast for the women in the royal house which belonged to king Ahasuerus.
-
10
|Ester 1:10|
On the seventh day, when the heart of the king was merry with wine, he commanded Mehuman, Biztha, Harbona, Bigtha, and Abagtha, Zethar, and Carcas, the seven chamberlains that ministered in the presence of Ahasuerus the king,
-
-
Sugestões

Clique para ler Êxodo 1-4
17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva