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American Standard Version (1901) -
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1
|Ester 2:1|
After these things, when the wrath of king Ahasuerus was pacified, he remembered Vashti, and what she had done, and what was decreed against her.
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2
|Ester 2:2|
Then said the king's servants that ministered unto him, Let there be fair young virgins sought for the king:
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3
|Ester 2:3|
and let the king appoint officers in all the provinces of his kingdom, that they may gather together all the fair young virgins unto Shushan the palace, to the house of the women, unto the custody of Hegai the king's chamberlain, keeper of the women; and let their things for purification be given them;
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4
|Ester 2:4|
and let the maiden that pleaseth the king be queen instead of Vashti. And the thing pleased the king; and he did so.
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5
|Ester 2:5|
There was a certain Jew in Shushan the palace, whose name was Mordecai, the son of Jair, the son of Shimei, the son of Kish, a Benjamite,
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6
|Ester 2:6|
who had been carried away from Jerusalem with the captives that had been carried away with Jeconiah king of Judah, whom Nebuchadnezzar the king of Babylon had carried away.
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7
|Ester 2:7|
And he brought up Hadassah, that is, Esther, his uncle's daughter: for she had neither father nor mother, and the maiden was fair and beautiful; and when her father and mother were dead, Mordecai took her for his own daughter.
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8
|Ester 2:8|
So it came to pass, when the king's commandment and his decree was heard, and when many maidens were gathered together unto Shushan the palace, to the custody of Hegai, that Esther was taken into the king's house, to the custody of Hegai, keeper of the women.
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9
|Ester 2:9|
And the maiden pleased him, and she obtained kindness of him; and he speedily gave her her things for purification, with her portions, and the seven maidens who were meet to be given her out of the king's house: and he removed her and her maidens to the best place of the house of the women.
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10
|Ester 2:10|
Esther had not made known her people nor her kindred; for Mordecai had charged her that she should not make it known.
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Sugestões

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18 de junho LAB 535
CANTO DA IGREJA
SALMOS 23-30
Penso que você conhece as palavras: “O Senhor é o meu pastor, e nada me faltará.” Essa é a letra de uma canção que está na abertura da leitura de hoje: o Salmo 23, escrito pelo rei Davi. Apesar de não recitarmos essas palavras em forma de melodia muitas vezes, essa era uma canção.
Davi escreveu muitas outras canções. Apesar de que nem todos os Salmos tenham sido escritos por ele, ao ler os capítulos para este dia, vemos que todos os salmos são “davídicos”. Embora não sendo redundantes, eles são bem parecidos. Ao dizer “parecidos”, refiro-me ao estilo. Será que isso acontece só porque foram escritos pelo mesmo compositor? Pode ser, mas não é só isso. Todos se aplicam a um mesmo contexto social, que é meio comunitário em que os israelitas viviam na Palestina, há uns três mil anos. Mas é interessante que quando chegamos no Salmo 30, quebra essa uniformidade de estilo porque esse salmo é uma música que Davi fez especialmente para a dedicação do tempo. E música para ser cantada na igreja precisa ser especial.
Ela deve louvar e adorar, pois a casa de Deus é lugar para adorá-Lo. Em Isaías 56:7 aprendemos sobre isso. Ao submetermos um cântico dentro do recinto sagrado, devemos analisar se ele serve de instrumento de prestação de adoração. Se a música não puder conduzir os adoradores à veneração ao sagrado, provavelmente não será apropriada para usá-la nos átrios do Senhor. Mas isso não quer dizer que se a música não serve para ser usada na igreja, então ela é pecaminosa. Afinal, existem músicas que embora sejam de louvor, não adoram. Em toda adoração deve existir louvor, mas nem sempre há adoração em todo louvor. A música na igreja deve ser “o preguinho na parede que segura o quadro Jesus”.
Portanto, quando o líder da igreja seleciona as músicas para ser usadas na igreja, ele precisa analisar o contexto e as pessoas que participarão, executando-as e ouvindo-as. Se a música levar a maior parte das pessoas a Jesus, num espírito de adoração e louvor, sem ruído de comunicação, é adequada; caso contrário, deve ser substituída (mas tal substituição não quer dizer que em outro contexto a música não seja adequada), a despeito dos gostos particulares. Cabe, também, aos que lidam com a música na igreja ter humildade suficiente que um mensageiro de Deus precisa ter, de submeter a escolha de cada música para contexto não segundo seus caprichos, mas segundo o que for melhor para a membresia presente no tempo e local de cada contexto.
Além de ler a Bíblia, cante em casa e na igreja!
Valdeci Júnior
Fátima Silva