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American Standard Version (1901) -
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1
|Ester 2:1|
After these things, when the wrath of king Ahasuerus was pacified, he remembered Vashti, and what she had done, and what was decreed against her.
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2
|Ester 2:2|
Then said the king's servants that ministered unto him, Let there be fair young virgins sought for the king:
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3
|Ester 2:3|
and let the king appoint officers in all the provinces of his kingdom, that they may gather together all the fair young virgins unto Shushan the palace, to the house of the women, unto the custody of Hegai the king's chamberlain, keeper of the women; and let their things for purification be given them;
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4
|Ester 2:4|
and let the maiden that pleaseth the king be queen instead of Vashti. And the thing pleased the king; and he did so.
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5
|Ester 2:5|
There was a certain Jew in Shushan the palace, whose name was Mordecai, the son of Jair, the son of Shimei, the son of Kish, a Benjamite,
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6
|Ester 2:6|
who had been carried away from Jerusalem with the captives that had been carried away with Jeconiah king of Judah, whom Nebuchadnezzar the king of Babylon had carried away.
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7
|Ester 2:7|
And he brought up Hadassah, that is, Esther, his uncle's daughter: for she had neither father nor mother, and the maiden was fair and beautiful; and when her father and mother were dead, Mordecai took her for his own daughter.
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8
|Ester 2:8|
So it came to pass, when the king's commandment and his decree was heard, and when many maidens were gathered together unto Shushan the palace, to the custody of Hegai, that Esther was taken into the king's house, to the custody of Hegai, keeper of the women.
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9
|Ester 2:9|
And the maiden pleased him, and she obtained kindness of him; and he speedily gave her her things for purification, with her portions, and the seven maidens who were meet to be given her out of the king's house: and he removed her and her maidens to the best place of the house of the women.
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10
|Ester 2:10|
Esther had not made known her people nor her kindred; for Mordecai had charged her that she should not make it known.
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Sugestões

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04 de junho LAB 521
EQUÍVOCOS DE BILDADE
JÓ 08-10
Ao ler os capítulos do livro de Jó, penso que quando ocorre esse tipo de coisas que não conseguimos explicar, muitas vezes temos a tendência de colocar a culpa em alguém ou alguma coisa ao invés de buscar entender o “X” da questão. Por vezes, buscamos o entendimento, só que o problema é a fonte de informação à qual as pessoas procuram e que pode ser duvidosa. Se acontece assim, as informações adquiridas prejudicam mais que ajudam, justamente porque só serão verdadeiras até certo ponto. Portanto, na “hora do aperto”, algo que precisamos fazer é checar direitinho para ver se estamos bem conectados e sintonizados com a mente de Deus, de acordo com o que Ele já revelou na Sua Santa Palavra, a Bíblia.
Na leitura de hoje, há alguém que estava confundido pela tradição. Seu nome: Bildade. Ele aparece no capítulo oito para participar dos debates. Na primeira rodada da discussão de Jó com seus amigos, o primeiro a dar uma resposta para as declarações de Jó tinha sido Elifaz. Ele disse besteira. Jó, no entanto, não deixou por menos e logo em seguida deu-lhe uma resposta. Ou melhor, um discurso. Um segundo discurso foi seguido pela entrada na discussão desse outro amigo que estou comentando.
Mas quem era esse amigo? Trazendo um pouco de curiosidade bíblica, para você entender de onde ele veio, sugiro que leia Gênesis 25:1, onde mostra que Abraão, depois que Sara morreu, casou-se com Quetura. Essa segunda mulher teve seis filhos com o patriarca. Um deles se chamava Sua. Desse filhos, descenderam os suítas, de onde saiu Bildade. Então, esse “amigo” de Jó também era descendente de Abraão, mas não tinha nada a ver com o povo de Israel, que é o povo da Bíblia. Ele fazia parte daquele povo, daqueles filhos que Abraão tinha mandado embora de perto dele para a terra oriental.
Desde aquela época, os suítas viveram perto do rio Eufrates. Deles, nasceu Bildade que, por já estar longe do povo de Deus a um bom tempo, compartilhava daqueles conceitos errados dos seus companheiros. Era por isso, também, que tinha dificuldade de ser empático com Jó. Ele insistia numa teologia incompleta, que era mantida pela tradição.
O resumo é que tanto da parte de Jó, como dos seus amigos, percebemos a manifestação de uma confusão na compreensão sobre como Deus lida com os seres humanos. Confusão esta que não ajuda em nada na questão do sofrimento. Então, aprendemos que vale muito mais uma pura amizade com Jesus, que esteja embasada num profundo conhecimento bíblico, para nos ajudar a encontrar as respostas para os nossos anseios do coração.
Valdeci Júnior
Fátima Silva