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American Standard Version (1901) -
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1
|Ester 6:1|
On that night could not the king sleep; and he commanded to bring the book of records of the chronicles, and they were read before the king.
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2
|Ester 6:2|
And it was found written, that Mordecai had told of Bigthana and Teresh, two of the king's chamberlains, of those that kept the threshold, who had sought to lay hands on the king Ahasuerus.
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3
|Ester 6:3|
And the king said, What honor and dignity hath been bestowed on Mordecai for this? Then said the king's servants that ministered unto him, There is nothing done for him.
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4
|Ester 6:4|
And the king said, Who is in the court? Now Haman was come into the outward court of the king's house, to speak unto the king to hang Mordecai on the gallows that he had prepared for him.
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5
|Ester 6:5|
And the king's servants said unto him, Behold, Haman standeth in the court. And the king said, Let him come in.
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6
|Ester 6:6|
So Haman came in. And the king said unto him, What shall be done unto the man whom the king delighteth to honor? Now Haman said in his heart, To whom would the king delight to do honor more than to myself?
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7
|Ester 6:7|
And Haman said unto the king, For the man whom the king delighteth to honor,
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|Ester 6:8|
let royal apparel be brought which the king useth to wear, and the horse that the king rideth upon, and on the head of which a crown royal is set:
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|Ester 6:9|
and let the apparel and the horse be delivered to the hand of one of the king's most noble princes, that they may array the man therewith whom the king delighteth to honor, and cause him to ride on horseback through the street of the city, and proclaim before him, Thus shall it be done to the man whom the king delighteth to honor.
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10
|Ester 6:10|
Then the king said to Haman, Make haste, and take the apparel and the horse, as thou hast said, and do even so to Mordecai the Jew, that sitteth at the king's gate: let nothing fail of all that thou hast spoken.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva