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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|Juízes 4:1|
And the children of Israel again did that which was evil in the sight of Jehovah, when Ehud was dead.
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2
|Juízes 4:2|
And Jehovah sold them into the hand of Jabin king of Canaan, that reigned in Hazor; the captain of whose host was Sisera, who dwelt in Harosheth of the Gentiles.
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3
|Juízes 4:3|
And the children of Israel cried unto Jehovah: for he had nine hundred chariots of iron; and twenty years he mightily oppressed the children of Israel.
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4
|Juízes 4:4|
Now Deborah, a prophetess, the wife of Lappidoth, she judged Israel at that time.
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5
|Juízes 4:5|
And she dwelt under the palm-tree of Deborah between Ramah and Beth-el in the hill-country of Ephraim: and the children of Israel came up to her for judgment.
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6
|Juízes 4:6|
And she sent and called Barak the son of Abinoam out of Kedesh-naphtali, and said unto him, Hath not Jehovah, the God of Israel, commanded, [saying], Go and draw unto mount Tabor, and take with thee ten thousand men of the children of Naphtali and of the children of Zebulun?
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7
|Juízes 4:7|
And I will draw unto thee, to the river Kishon, Sisera, the captain of Jabin's army, with his chariots and his multitude; and I will deliver him into thy hand.
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8
|Juízes 4:8|
And Barak said unto her, If thou wilt go with me, then I will go; but if thou wilt not go with me, I will not go.
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9
|Juízes 4:9|
And she said, I will surely go with thee: notwithstanding, the journey that thou takest shall not be for thine honor; for Jehovah will sell Sisera into the hand of a woman. And Deborah arose, and went with Barak to Kedesh.
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10
|Juízes 4:10|
And Barak called Zebulun and Naphtali together to Kedesh; and there went up ten thousand men at his feet: and Deborah went up with him.
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva