-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
American Standard Version (1901) -
-
1
|Provérbios 20:1|
Wine is a mocker, strong drink a brawler; And whosoever erreth thereby is not wise.
-
2
|Provérbios 20:2|
The terror of a king is as the roaring of a lion: He that provoketh him to anger sinneth [against] his own life.
-
3
|Provérbios 20:3|
It is an honor for a man to keep aloof from strife; But every fool will be quarrelling.
-
4
|Provérbios 20:4|
The sluggard will not plow by reason of the winter; Therefore he shall beg in harvest, and have nothing.
-
5
|Provérbios 20:5|
Counsel in the heart of man is [like] deep water; But a man of understanding will draw it out.
-
6
|Provérbios 20:6|
Most men will proclaim every one his own kindness; But a faithful man who can find?
-
7
|Provérbios 20:7|
A righteous man that walketh in his integrity, Blessed are his children after him.
-
8
|Provérbios 20:8|
A king that sitteth on the throne of judgment Scattereth away all evil with his eyes.
-
9
|Provérbios 20:9|
Who can say, I have made my heart clean, I am pure from my sin?
-
10
|Provérbios 20:10|
Diverse weights, and diverse measures, Both of them alike are an abomination to Jehovah.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva