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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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American Standard Version (1901) -
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1
|Provérbios 25:1|
These also are proverbs of Solomon, which the men of Hezekiah king of Judah copied out.
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2
|Provérbios 25:2|
It is the glory of God to conceal a thing; But the glory of kings is to search out a matter.
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3
|Provérbios 25:3|
As the heavens for height, and the earth for depth, So the heart of kings is unsearchable.
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4
|Provérbios 25:4|
Take away the dross from the silver, And there cometh forth a vessel for the refiner:
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5
|Provérbios 25:5|
Take away the wicked [from] before the king, And his throne shall be established in righteousness.
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6
|Provérbios 25:6|
Put not thyself forward in the presence of the king, And stand not in the place of great men:
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7
|Provérbios 25:7|
For better is it that it be said unto thee, Come up hither, Than that thou shouldest be put lower in the presence of the prince, Whom thine eyes have seen.
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8
|Provérbios 25:8|
Go not forth hastily to strive, Lest [thou know not] what to do in the end thereof, When thy neighbor hath put thee to shame.
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9
|Provérbios 25:9|
Debate thy cause with thy neighbor [himself], And disclose not the secret of another;
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10
|Provérbios 25:10|
Lest he that heareth it revile thee, And thine infamy turn not away.
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Sugestões

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29 de junho LAB 546
FAZENDO COMENTÁRIO BÍBLICO
SALMOS 81-85
Hoje, temos cinco salmos propostos para nossa leitura diária: Salmos 81-85. Quero apresentar a você uma breve introdução a cada um deles, feita pelo comentário bíblico Moody.
Um hino de louvor introduz o Salmo 81, e um pronunciamento profético o conclui. A mudança abrupta no fim do versículo 5 tem sugerido a muitos comentaristas que fragmentos de dois salmos foram reunidos aqui. Contudo, esse ponto de vista não é imperativo, pois um festival solene seria a ocasião para tal recital do relacionamento de Deus com Israel. O termo especial para o festival, o tocar da trombeta, as referências à lua nova e à lua cheia provavelmente fornecem uma dupla referência do poema à Festa das Trombetas e à Festa dos Tabernáculos.
Uma cena do julgamento da injustiça foi apresentada no didático poema que constitui o salmo 81. Sua devida interpretação repousa sobre a identidade do segundo “Elohim” que aparece no versículo um. Alguns comentaristas o traduzem literalmente como deuses e o relacionam a um conceito de deuses subordinados em um conselho celestial. Outros o traduzem como anjos e o ligam a um conceito menos politeísta. Outros intérpretes ainda traduzem-no como juízes e o fazem referir-se aos homens injustos com autoridade. Esta última interpretação parece a preferível.
O Salmo 83 é uma lamentação nacional típica em tempo de grande perigo. Considerando que os inimigos de Israel eram automaticamente os inimigos de Deus, o nome de Deus (Yahweh) está em jogo. A ocasião não pode ser identificada com certeza; ainda desconhecemos um período da história de Israel onde tenha existido tal confederação de nações. O salmo talvez se refira a um acontecimento não registrado em outro lugar qualquer da história de Israel ou, talvez, se refira a grupos tribais que simplesmente deram apoio moral em um período de crise.
Salmo 84: Esse é o cântico de um peregrino cujo alvo é quase atingido. Através de tudo, ele tem um sentimento de paz e comunhão que transcende o ritual e outros aspectos externos do culto. Embora o poema reflita os sentimentos dos peregrinos de qualquer período, parece que vem do período da monarquia em uma ocasião quando o templo ainda estava de pé.
Já o salmo 85, embora seja basicamente um lamento nacional, tem um forte elemento profético também. Apesar de que em sua primeira parte (versos 1-3) pareça referir-se a um retorno à liberdade, esses versículos são idealizados além da situação conhecida naqueles dias. O salmista usa essa figura ideal para mostrar o forte contraste entre o presente e a certeza do futuro.
Esses comentários foram gerais. Agora, faça você, leitor, um comentário verso por verso desses salmos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva