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American Standard Version (1901) -
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21
|Rute 1:21|
I went out full, and Jehovah hath brought me home again empty; why call ye me Naomi, seeing Jehovah hath testified against me, and the Almighty hath afflicted me?
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22
|Rute 1:22|
So Naomi returned, and Ruth the Moabitess, her daughter-in-law, with her, who returned out of the country of Moab: and they came to Bethlehem in the beginning of barley harvest.
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1
|Rute 2:1|
And Naomi had a kinsman of her husband's, a mighty man of wealth, of the family of Elimelech, and his name was Boaz.
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2
|Rute 2:2|
And Ruth the Moabitess said unto Naomi, Let me now go to the field, and glean among the ears of grain after him in whose sight I shall find favor. And she said unto her, Go, my daughter.
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3
|Rute 2:3|
And she went, and came and gleaned in the field after the reapers: and her hap was to light on the portion of the field belonging unto Boaz, who was of the family of Elimelech.
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4
|Rute 2:4|
And, behold, Boaz came from Bethlehem, and said unto the reapers, Jehovah be with you. And they answered him, Jehovah bless thee.
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5
|Rute 2:5|
Then said Boaz unto his servant that was set over the reapers, Whose damsel is this?
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6
|Rute 2:6|
And the servant that was set over the reapers answered and said, It is the Moabitish damsel that came back with Naomi out of the country of Moab:
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7
|Rute 2:7|
And she said, Let me glean, I pray you, and gather after the reapers among the sheaves. So she came, and hath continued even from the morning until now, save that she tarried a little in the house.
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8
|Rute 2:8|
Then said Boaz unto Ruth, Hearest thou not, my daughter? Go not to glean in another field, neither pass from hence, but abide here fast by my maidens.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva