-
-
American Standard Version (1901) -
-
16
|Rute 3:16|
And when she came to her mother-in-law, she said, Who art thou, my daughter? And she told her all that the man had done to her.
-
17
|Rute 3:17|
And she said, These six [measures] of barley gave he me; for he said, Go not empty unto thy mother-in-law.
-
18
|Rute 3:18|
Then said she, Sit still, my daughter, until thou know how the matter will fall; for the man will not rest, until he have finished the thing this day.
-
1
|Rute 4:1|
Now Boaz went up to the gate, and sat him down there: and, behold, the near kinsman of whom Boaz spake came by; unto whom he said, Ho, such a one! turn aside, sit down here. And he turned aside, and sat down.
-
2
|Rute 4:2|
And he took ten men of the elders of the city, and said, Sit ye down here. And they sat down.
-
3
|Rute 4:3|
And he said unto the near kinsman, Naomi, that is come again out of the country of Moab, selleth the parcel of land, which was our brother Elimelech's:
-
4
|Rute 4:4|
And I thought to disclose it unto thee, saying, Buy it before them that sit here, and before the elders of my people. If thou wilt redeem it, redeem it: but if thou wilt not redeem it, then tell me, that I may know; for there is none to redeem it besides thee; and I am after thee. And he said, I will redeem it.
-
5
|Rute 4:5|
Then said Boaz, What day thou buyest the field of the hand of Naomi, thou must buy it also of Ruth the Moabitess, the wife of the dead, to raise up the name of the dead upon his inheritance.
-
6
|Rute 4:6|
And the near kinsman said, I cannot redeem it for myself, lest I mar mine own inheritance: take thou my right of redemption on thee; for I cannot redeem it.
-
7
|Rute 4:7|
Now this was [the custom] in former time in Israel concerning redeeming and concerning exchanging, to confirm all things: a man drew off his shoe, and gave it to his neighbor; and this was the [manner of] attestation in Israel.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva