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American Standard Version (1901) -
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9
|Rute 2:9|
Let thine eyes be on the field that they do reap, and go thou after them: have I not charged the young men that they shall not touch thee? and when thou art athirst, go unto the vessels, and drink of that which the young men have drawn.
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10
|Rute 2:10|
Then she fell on her face, and bowed herself to the ground, and said unto him, Why have I found favor in thy sight, that thou shouldest take knowledge of me, seeing I am a foreigner?
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11
|Rute 2:11|
And Boaz answered and said unto her, It hath fully been showed me, all that thou hast done unto thy mother-in-law since the death of thy husband; and how thou hast left thy father and thy mother, and the land of thy nativity, and art come unto a people that thou knewest not heretofore.
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12
|Rute 2:12|
Jehovah recompense thy work, and a full reward be given thee of Jehovah, the God of Israel, under whose wings thou art come to take refuge.
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13
|Rute 2:13|
Then she said, Let me find favor in thy sight, my lord, for that thou hast comforted me, and for that thou hast spoken kindly unto thy handmaid, though I be not as one of thy handmaidens.
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14
|Rute 2:14|
And at meal-time Boaz said unto her, Come hither, and eat of the bread, and dip thy morsel in the vinegar. And she sat beside the reapers, and they reached her parched grain, and she did eat, and was sufficed, and left thereof.
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15
|Rute 2:15|
And when she was risen up to glean, Boaz commanded his young men, saying, Let her glean even among the sheaves, and reproach her not.
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16
|Rute 2:16|
And also pull out some for her from the bundles, and leave it, and let her glean, and rebuke her not.
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17
|Rute 2:17|
So she gleaned in the field until even; and she beat out that which she had gleaned, and it was about an ephah of barley.
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18
|Rute 2:18|
And she took it up, and went into the city; and her mother-in-law saw what she had gleaned: and she brought forth and gave to her that which she had left after she was sufficed.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
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JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva