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Hebrew Stuttgart Bible without vowels (OT) / Greek Textus Receptus (NT) -
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|1 Tessalonicenses 4:1|
το λοιπον ουν αδελφοι ερωτωμεν υμας και παρακαλουμεν εν κυριω ιησου καθως παρελαβετε παρ ημων το πως δει υμας περιπατειν και αρεσκειν θεω ινα περισσευητε μαλλον
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|1 Tessalonicenses 4:2|
οιδατε γαρ τινας παραγγελιας εδωκαμεν υμιν δια του κυριου ιησου
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|1 Tessalonicenses 4:3|
τουτο γαρ εστιν θελημα του θεου ο αγιασμος υμων απεχεσθαι υμας απο της πορνειας
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|1 Tessalonicenses 4:4|
ειδεναι εκαστον υμων το εαυτου σκευος κτασθαι εν αγιασμω και τιμη
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|1 Tessalonicenses 4:5|
μη εν παθει επιθυμιας καθαπερ και τα εθνη τα μη ειδοτα τον θεον
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|1 Tessalonicenses 4:6|
το μη υπερβαινειν και πλεονεκτειν εν τω πραγματι τον αδελφον αυτου διοτι εκδικος ο κυριος περι παντων τουτων καθως και προειπαμεν υμιν και διεμαρτυραμεθα
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|1 Tessalonicenses 4:7|
ου γαρ εκαλεσεν ημας ο θεος επι ακαθαρσια αλλ εν αγιασμω
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8
|1 Tessalonicenses 4:8|
τοιγαρουν ο αθετων ουκ ανθρωπον αθετει αλλα τον θεον τον και δοντα το πνευμα αυτου το αγιον εις ημας
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9
|1 Tessalonicenses 4:9|
περι δε της φιλαδελφιας ου χρειαν εχετε γραφειν υμιν αυτοι γαρ υμεις θεοδιδακτοι εστε εις το αγαπαν αλληλους
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10
|1 Tessalonicenses 4:10|
και γαρ ποιειτε αυτο εις παντας τους αδελφους τους εν ολη τη μακεδονια παρακαλουμεν δε υμας αδελφοι περισσευειν μαλλον
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva