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Česká Bible BKR -
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9
|Lamentações 2:9|
Poraženy jsou na zem brány její, zkazil a polámal závory její; král její i knížata její mezi pohany. Není ani zákona, proroci také její nemívají vidění od Hospodina.
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10
|Lamentações 2:10|
Starší dcery Sionské usadivše se na zemi, mlčí, posýpají prachem hlavy své, a přepasují se žíněmi panny Jeruzalémské, svěšují k zemi hlavy své.
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11
|Lamentações 2:11|
Zhynuly od slz oči mé, zkormoutily se vnitřnosti mé, a vykydla se na zem játra má, pro potření dcery lidu mého, když i nemluvňátka a prsí požívající na ulicích města se svírají.
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12
|Lamentações 2:12|
A říkají matkám svým: Kdež jest obilé a víno? když se jako zraněný svírají po ulicích města, a vypouštějí duše své na klíně matek svých.
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13
|Lamentações 2:13|
Kohoť za svědka přivedu? Koho připodobním k tobě, ó dcero Jeruzalémská? Koho tobě přirovnám, abych tě potěšil, panno dcero Sionská? Nebo veliké jest jako moře potření tvé. Kdož by tě zhojiti mohl?
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14
|Lamentações 2:14|
Proroci tvoji předpovídali tobě lživé a ničemné věci, a neodkrývali nepravosti tvé, aby odvrátili zajetí tvé, ale předpovídali tobě těžkosti, oklamání a vyhnání.
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15
|Lamentações 2:15|
Všickni, kteříž jdou cestou, tleskají nad tebou rukama, diví se a potřásají hlavou svou za tebou, dcero Jeruzalémská, říkajíce: To-li jest to město, o němž říkávali, že jest nejkrásnější a utěšením vší země?
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16
|Lamentações 2:16|
Všickni nepřátelé tvoji rozdírají na tebe ústa svá, hvízdají a škřipí zuby, říkajíce: Sehlťme ji. Totoť jest jistě ten den, jehož jsme očekávali; jižtě nastal, vidíme.
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17
|Lamentações 2:17|
Učinil Hospodin to, což byl uložil, splnil řeč svou, kterouž přikazoval ode dnů starodávních, bořil bez lítosti, a obveselil nad tebou nepřítele, povýšil rohu protivníků tvých.
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18
|Lamentações 2:18|
Vykřikovalo srdce jejich proti Pánu. Ó ty zdi dcery Sionské, vylévej jako potok slzy dnem i nocí, nedávej sobě odpočinutí, aniž se spokojuj zřítelnice oka tvého.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva