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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|1 Reis 6:31|
For inngangen til koret gjorde han en fløidør av oljetre; den øvre dørkarm med dørstolpene utgjorde en femtedel av veggen.
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32
|1 Reis 6:32|
Og de to dører av oljetre prydet han med utskårne billeder av kjeruber og palmer og utsprungne blomster og klædde dem med gull; han bredte gullet ut over kjerubene og palmene.
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33
|1 Reis 6:33|
Likeså gjorde han dørstolper av oljetre for inngangen til det Hellige, på fjerdedelen av veggen,
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|1 Reis 6:34|
og to dørfløier av cypresstre; begge dørfløiene var i to deler, som kunne svinges hver for sig.
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|1 Reis 6:35|
Og han prydet dem med utskjæringer: kjeruber og palmer og utsprungne blomster, og han klædde dem med gull som blev lagt jevnt utover utskjæringene.
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|1 Reis 6:36|
Og han bygget den indre forgård av tre lag huggen sten og ett lag sederbjelker.
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|1 Reis 6:37|
I det fjerde år blev grunnvollen lagt til Herrens hus, i måneden siv,
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|1 Reis 6:38|
og i det ellevte år i måneden bul det er den åttende måned var huset ferdig i alle sine deler og i ett og alt som det skulde være. Da hadde han bygget på det i syv år.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva