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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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19
|2 Crônicas 35:19|
Det var først i det attende år av Josias' regjering at en sådan påske blev holdt.
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20
|2 Crônicas 35:20|
En tid efterat alt dette hadde gått for sig, og da Josias hadde fått huset i stand, drog kongen i Egypten Neko op for å stride ved Karkemis ved Frat; og Josias drog ut mot ham.
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21
|2 Crônicas 35:21|
Da sendte Neko bud til ham og lot si: Hvad har jeg med dig å gjøre, Judas konge? Det er ikke mot dig jeg kommer idag, men mot det kongehus som jeg stadig ligger i krig med*, og Gud har sagt at jeg skulde være snar. La være å stride mot Gud! Han er med mig. Ta dig i vare så han ikke ødelegger dig! / {* d.e. mot Assyrias konge, 2KG 23, 29.}
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22
|2 Crônicas 35:22|
Men Josias vendte ikke om fra ham; han forklædde sig og vilde stride med ham og hørte ikke på Nekos ord, som kom fra Guds munn, men drog ut for å stride med ham i Megiddo-dalen.
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23
|2 Crônicas 35:23|
Men bueskytterne rammet kong Josias; da sa kongen til sine tjenere: Før mig bort! Jeg er hårdt såret.
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24
|2 Crônicas 35:24|
Hans tjenere bar ham da bort fra vognen og kjørte ham på en annen av hans vogner til Jerusalem; der døde han og blev begravet i sine fedres graver; og hele Juda og Jerusalem sørget over Josias.
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25
|2 Crônicas 35:25|
Og Jeremias kvad en klagesang over Josias, og alle sangerne og sangerinnene talte i sine klagesanger om Josias, og det har de gjort like til denne dag; det blev til en fast skikk i Israel å synge disse sanger, og de finnes opskrevet blandt klagesangene.
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26
|2 Crônicas 35:26|
Hvad som ellers er å fortelle om Josias og om de fromme gjerninger han gjorde i lydighet mot det som skrevet er i Herrens lov,
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27
|2 Crônicas 35:27|
hvad som er å fortelle om ham, både i hans første og i hans senere dager, det er opskrevet i boken om Israels og Judas konger.
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1
|2 Crônicas 36:1|
Landets folk tok og gjorde Joakas, Josias' sønn, til konge i hans fars sted i Jerusalem.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva