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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|2 Reis 18:31|
Hør ikke på Esekias! For så sier kongen i Assyria: Gjør fred med mig og kom ut til mig, så skal I få ete hver av sitt vintre og av sitt fikentre og drikke hver av vannet i sin brønn,
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|2 Reis 18:32|
til jeg kommer og henter eder til et land som ligner eders land, et land med korn og most, et land med brød og vingårder, et land med oljetrær og honning, så I kan leve og ikke skal dø! Hør ikke på Esekias når han vil forføre eder og si: Herren vil redde oss!
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|2 Reis 18:33|
Har vel nogen av folkenes guder reddet sitt land av kongen i Assyrias hånd?
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|2 Reis 18:34|
Hvor er Hamats og Arpads guder? Hvor er Sefarva'ims, Henas og Ivvas guder? Har vel Samarias guder reddet det av min hånd?
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|2 Reis 18:35|
Hvem er det blandt alle landenes guder som har reddet sitt land av min hånd, så Herren skulde redde Jerusalem av min hånd?
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|2 Reis 18:36|
Men folket tidde og svarte ham ikke et ord; for kongens bud lød så: I skal ikke svare ham.
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|2 Reis 18:37|
Så kom slottshøvdingen Eljakim, Hilkias' sønn, og statsskriveren Sebna og historieskriveren Joah, Asafs sønn, til Esekias med sønderrevne klær og meldte ham hvad Rabsake hadde sagt.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva