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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Daniel 4:1|
Kong Nebukadnesar til alle folk, ætter og tungemål som bor på den hele jord: Alt godt bli eder i rikt mål til del
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2
|Daniel 4:2|
De tegn og under som den høieste Gud har gjort mot mig, har jeg funnet for godt å kunngjøre.
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3
|Daniel 4:3|
Hvor store er ikke hans tegn, hvor mektige hans under! Hans rike er et evig rike, og hans herredømme varer fra slekt til slekt.
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4
|Daniel 4:4|
Jeg, Nebukadnesar, satt i god ro i mitt hus, levde lykkelig i mitt palass.
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5
|Daniel 4:5|
Da hadde jeg en drøm; den forferdet mig, og tankene på mitt leie og synene i mitt indre skremte mig.
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6
|Daniel 4:6|
Og det blev av mig utstedt det bud at alle Babels vismenn skulde føres inn for mig, forat de skulde kunngjøre mig drømmens uttydning.
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7
|Daniel 4:7|
Da kom tegnsutleggerne, åndemanerne, kaldeerne og sannsigerne inn, og jeg fortalte dem drømmen; men de kunde ikke si mig hvorledes den skulde tydes.
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8
|Daniel 4:8|
Til sist kom også Daniel inn for mig, han som hadde fått navnet Beltsasar efter navnet på min gud, og i hvem de hellige guders ånd er, og jeg fortalte ham drømmen:
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9
|Daniel 4:9|
Beltsasar, du tegnsutleggernes mester! Efterdi jeg vet at de hellige guders ånd er i dig, og at ingen hemmelighet er dig for vanskelig, så si mig nu de syner jeg har sett i min drøm - si mig hvorledes de skal tydes!
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10
|Daniel 4:10|
Dette var de syner jeg hadde i mitt indre mens jeg hvilte på mitt leie: Jeg så i mitt syn et tre som stod midt på jorden, og som var meget høit;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva