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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Daniel 6:1|
Og mederen Darius mottok riket; han var da to og seksti år gammel.
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|Daniel 6:2|
Darius fant for godt å sette hundre og tyve satraper over riket; de skulde bo rundt omkring i hele riket.
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3
|Daniel 6:3|
Og over dem satte han tre riksråder, og av dem var Daniel den ene; for dem skulde satrapene avlegge regnskap, så kongen ikke skulde lide noget tap.
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4
|Daniel 6:4|
Men Daniel utmerket sig fremfor riksrådene og satrapene, fordi det var en høi ånd i ham, og kongen tenkte på å sette ham over hele riket.
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5
|Daniel 6:5|
Da søkte riksrådene og satrapene å finne skyld hos Daniel vedkommende rikets styrelse, men de kunde ikke finne nogen skyld eller nogen urett, eftersom han var tro, og det ikke fantes nogen forseelse eller nogen urett hos ham.
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6
|Daniel 6:6|
Så sa disse menn: Vi finner ingen skyld hos denne Daniel, det skulde da være at vi kunde finne noget å anklage ham for i hans gudsdyrkelse.
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7
|Daniel 6:7|
Da stormet disse riksråder og satraper inn til kongen og sa til ham: Kong Darius leve evindelig!
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8
|Daniel 6:8|
Alle riksrådene, stattholderne og satrapene, rådsherrene og landshøvdingene har rådslått om at det burde utstedes en kongelig forordning og gis et strengt forbud, at hver den som i løpet av tretti dager beder til nogen gud eller noget menneske uten til dig, konge, skal kastes i løvehulen.
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|Daniel 6:9|
Så utsted nu, konge, et sådant forbud, og la det sette op skriftlig, så det efter medernes og persernes uforanderlige lov ikke kan tilbakekalles.
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10
|Daniel 6:10|
I overensstemmelse hermed lot kong Darius sette op en skrivelse med et sådant forbud.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva