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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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31
|Jeremias 23:31|
Se, jeg kommer over de profeter som bruker sin tunge og sier: Så sier Herren.
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|Jeremias 23:32|
Se, jeg kommer over dem som bærer frem løgnaktige drømmer, sier Herren, og som forteller dem og fører mitt folk vill ved sine løgner og ved sitt skryt; jeg har ikke sendt dem og ikke gitt dem befaling, og noget gagn gjør de ikke dette folk, sier Herren.
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33
|Jeremias 23:33|
Og når dette folk eller en profet eller en prest spør dig: Hvad er Herrens byrde? - da skal du si dem hvad byrden er: [I er byrden] og jeg vil kaste eder bort, sier Herren*. / {* Det hebraiske ord "massa" betyr både en byrde og et utsagn. De spørrende kaller Herrens utsagn ved Jeremias en byrde. Profeten skal da svare dem at de selv er Herren en byrde som han vil kaste fra sig.}
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|Jeremias 23:34|
Og den profet og den prest og den av folket som sier: Herrens byrde, den mann og hans hus vil jeg hjemsøke.
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|Jeremias 23:35|
Således skal I si hver til sin næste og hver til sin bror: Hvad har Herren svart? Hvad har Herren talt?
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|Jeremias 23:36|
Men "Herrens byrde" skal I ikke nevne mere; for hver manns eget ord skal være hans byrde, fordi I har forvendt den levende Guds, Herrens, hærskarenes Guds, vår Guds ord.
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|Jeremias 23:37|
Således skal du si til profeten: Hvad har Herren svart dig? Hvad har Herren talt?
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38
|Jeremias 23:38|
Men dersom I sier "Herrens byrde", da sier Herren så: Fordi I sier dette ord, "Herrens byrde", enda jeg sendte eder bud og sa: I skal ikke si "Herrens byrde",
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39
|Jeremias 23:39|
se, derfor vil jeg aldeles glemme eder og kaste eder og den by jeg gav eder og eders fedre, bort fra mitt åsyn,
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40
|Jeremias 23:40|
og jeg vil legge på eder en evig skam og en evig vanære, som aldri skal glemmes.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva