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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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19
|Lamentações 2:19|
Stå op, rop høit om natten, når nattevaktene begynner! Utøs ditt hjerte som vann for Herrens åsyn! Løft dine hender til ham for dine barns liv, de som vansmekter av hunger på alle gatehjørner!
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20
|Lamentações 2:20|
Se, Herre, se! Hvem har du gjort således med? Skal kvinner ete sin livsfrukt, de spede barn som bæres på armen? Skal prest og profet slås ihjel i Herrens helligdom?
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21
|Lamentações 2:21|
Ung og gammel ligger på jorden i gatene, mine jomfruer og mine unge menn er falt for sverdet; du slo ihjel på din vredes dag, du slaktet uten skånsel.
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22
|Lamentações 2:22|
Som på en høitidsdag kalte du redsler over mig fra alle kanter, og det var ikke på Herrens vredes dag nogen som slapp unda eller blev reddet; dem som jeg hadde båret på armen og opfostret, dem ødela min fiende.
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1
|Lamentações 3:1|
Jeg er den mann som har sett elendighet under hans vredes ris.
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2
|Lamentações 3:2|
Mig har han ledet og ført i mørke og ikke i lys.
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3
|Lamentações 3:3|
Bare mot mig vender han atter og atter sin hånd den hele dag.
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4
|Lamentações 3:4|
Han lot mitt kjøtt og min hud fortæres; han knuste mine ben.
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5
|Lamentações 3:5|
Han bygget en mur mot mig og omringet mig med bitterhet og møie.
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6
|Lamentações 3:6|
På mørke steder lot han mig bo som de for lenge siden døde.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva