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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|2 Coríntios 13:1|
This third time I am coming to you. In the mouth of two or three witnesses shall every matter be established.
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2
|2 Coríntios 13:2|
I have declared beforehand, and I say beforehand as present the second time, and now absent, to those that have sinned before, and to all the rest, that if I come again I will not spare.
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3
|2 Coríntios 13:3|
Since ye seek a proof of Christ speaking in me, (who is not weak towards you, but is powerful among you,
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4
|2 Coríntios 13:4|
for if indeed he has been crucified in weakness, yet he lives by God's power; for indeed *we* are weak in him, but we shall live with him by God's power towards you,)
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5
|2 Coríntios 13:5|
examine your own selves if ye be in the faith; prove your own selves: do ye not recognise yourselves, that Jesus Christ is in you, unless indeed ye be reprobates?
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6
|2 Coríntios 13:6|
Now I hope that ye will know that *we* are not reprobates.
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7
|2 Coríntios 13:7|
But we pray to God that ye may do nothing evil; not that *we* may appear approved, but that *ye* may do what is right, and *we* be as reprobates.
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8
|2 Coríntios 13:8|
For we can do nothing against the truth, but for the truth.
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9
|2 Coríntios 13:9|
For we rejoice when *we* may be weak and *ye* may be powerful. But this also we pray for, your perfecting.
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10
|2 Coríntios 13:10|
On this account I write these things being absent, that being present I may not use severity according to the authority which the Lord has given me for building up, and not for overthrowing.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva