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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|2 Coríntios 7:1|
Having therefore these promises, beloved, let us purify ourselves from every pollution of flesh and spirit, perfecting holiness in God's fear.
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2
|2 Coríntios 7:2|
Receive us: we have injured no one, we have ruined no one, we have made gain of no one.
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3
|2 Coríntios 7:3|
I do not speak for condemnation, for I have already said that ye are in our hearts, to die together, and live together.
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4
|2 Coríntios 7:4|
Great [is] my boldness towards you, great my exulting in respect of you; I am filled with encouragement; I overabound in joy under all our affliction.
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5
|2 Coríntios 7:5|
For indeed, when we came into Macedonia, our flesh had no rest, but [we were] afflicted in every way; without combats, within fears.
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6
|2 Coríntios 7:6|
But he who encourages those that are [brought] low, [even] God, encouraged us by the coming of Titus;
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7
|2 Coríntios 7:7|
and not by his coming only, but also through the encouragement with which he was encouraged as to you; relating to us your ardent desire, your mourning, your zeal for me; so that I the more rejoiced.
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8
|2 Coríntios 7:8|
For if also I grieved you in the letter, I do not regret [it], if even I have regretted it; for I see that that letter, if even [it were] only for a time, grieved you.
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9
|2 Coríntios 7:9|
Now I rejoice, not that ye have been grieved, but that ye have been grieved to repentance; for ye have been grieved according to God, that in nothing ye might be injured by us.
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10
|2 Coríntios 7:10|
For grief according to God works repentance to salvation, never to be regretted; but the grief of the world works death.
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Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva